domingo, 11 de janeiro de 2015

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John Andrews (1829-1883)

Em outubro de 1844, John Andrews era o mais novo dos três: tinha 13 anos. Garoto estudioso, tornou-se um erudito, dominou várias línguas e chegou a decorar o Novo Testamento. Escritor produtivo e dedicado pesquisador da Bíblia, Andrews participou do grupo que formou a base doutrinária dos adventistas. Em 1874, foi o primeiro missionário enviado oficialmente pela denominação para além-mar. Hoje, a principal universidade da denominação, que recebe alunos de 80 países, leva o nome dele.


Assim como os primeiros cristãos (Lc 24:16-21), os pioneiros adventistas passaram por uma grande decepção antes de entenderem a importância da mensagem e o alcance da missão que Deus tinha para eles. O ponto é que os dois grupos perseveraram e responderam positivamente ao chamado de Deus (Lc 24:45-49Ap 10:11). E você, o que faria se tivesse vivido nos Estados Unidos em 1844? Estaria no grupo dos céticos, dos desistentes ou dos perseverantes? O juízo no Céu ainda não acabou, a mensagem sobre a vinda de Cristo continua a ser anunciada ao redor do mundo, convidando todos a confiar na maior de todas as promessas (Jo 14:1-3Ap 22:12).
J. N. Andrews foi um estudioso que gostava muito mais de “estudar severamente” do que de fazer atividade física. Esteve intimamente associado com Tiago e Ellen White na liderança da Igreja Adventista e em sua obra evangelística.Como teólogo, Andrews fez grandes avanços no desenvolvimento das doutrinas da igreja. Fez a aplicação da besta de dois chifres de Apocalipse 13 aos Estados Unidos da América. Além disso, foi influente na criação dos estatutos e constituição da igreja. Em 1855, após extensa investigação, Andrews adotou o pôr-do-sol de sexta-feira à tarde como o início do sábado. Isso deu início a um modelo para a igreja. Ele também organizou a igreja como uma Associação Organizacional Jurídica, permitindo à igreja obter posse legal de propriedades. Durante a Guerra Civil, Andrews fez lobby para que os adventistas alistados pudessem obter designação de não-combatentes.
Em 1860, ele envolveu-se na organização da casa editora da denominação nos EUA. No ano seguinte, publicou sua extensa pesquisa, intitulada: História do Sábado e do Primeiro Dia da Semana. Esta obra representava uma revisão do Sábado do sétimo dia na história. Entre 1869-1870, Andrews foi o editor da Review and Herald.
Em 1874, ele tornou-se o primeiro missionário Adventista do Sétimo Dia na Suíça. Empenhou-se em reunir os grupos espalhados de guardadores do Sábado, e em organizá-los com uma mensagem organizada. Enquanto vivia em Basileia, na Suíça, contraiu tuberculose e morreu aos 54 anos de idade.

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Segue o link para download da lição dessa semana - UMA QUESTÃO DE VIDA OU MORTE

baixe a sua lição aqui....
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Povos da terra... para quem gosta; para quem aprecia e para quem precisa... selecionamos um tutorial com 4 tipos de nós de gravata, do mais clássico ao mais básico. Assim você pode dar aquela caprichada no seu visual; seja para ir na igreja ou no trabalho.
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Particularmente foi uma das coisas que mais gotei de fazer para o Pé na Veia, era gratificante ver a reação do pessoal curtindo os vídeos e se motivando para a caminhada.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

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A cantora Sandy, que marcou uma geração como a queridinha do Brasil, agora dispara em entrevistas e ensaios fotográficos que não quer mais a imagem de garota boazinha e comportada. Marcelo Camelo fez sucesso com o hit pop grudento Ana Júlia e agora só quer saber de MPB. O Oscar, a premiação mais tradicional do cinema, a cada ano copia descaradamente o formato descolado do MTV Movie Awards. O sertanejo universitário jura que ainda é sertanejo ( kkkkkkkkk... desculpa, não aguentei..); o Ronaldinho Gaúcho virou carioca (e depois mineiro) e até as Havaianas deixaram de ser o chinelo do povo para ser a sandália das celebridades! Será que todo mundo quer ser o que não é? A minha resposta seria sim, não fosse a existência dos nerds.
Pense: Você já viu algum nerd interessado em assistir ao jogo de futebol da quarta à noite? Lembra-se de algum nerd que gosta de pagode? E um ex-BBB nerd, conhece? Claro que não. O nerd é um raro caso que é o que é em um mundo em que todos querem ser o que não são. Só os nerds admitem que, mesmo adultos, ainda leem quadrinhos, jogam videogame e colecionam action figures (que por sinal é muito legal tá!).
Só eles vestem sem vergonha algumas roupas de seus super-heróis favoritos e não têm medo de dizer que as piadas mais engraçadas do seriado The Big Bang Theory são sobre computação ou física quântica.Só os nerds ainda são o que são, e é por isso que eles estão na moda. Eles são o exemplo vivo de que a coerência (e a persistência) pode vencer a massa. Em uma sociedade na qual as pessoas insistem em ser o que não são, quem é coerente com a mensagem que prega faz sucesso.
 E o pior é que os nerds conquistaram a admiração e o respeito da sociedade defendendo valores e representando ícones como o Super-Homem, Luke Skywalker ou Mario Bros.., mesmo que, para isso, tenham enfrentado o bullying antes do bullying ter sido inventado!
 Já nós, cristãos, temos ao nosso lado a bandeira da saúde, da educação, da caridade e da família. Ainda assim, mesmo com causas tão nobres e heroicas, muitos continuam acovardados, sem fibra para viver na plenitude a mensagem que representam.
Têm medo de pagar o preço. E logo nós, que seguimos Jesus Cristo, o maior ícone de todos os tempos! E logo nós, que acreditamos no amor, o mais sublime dos valores!
 É por isso que digo: o exemplo dos nerds pode nos “salvar” da incongruência entre o que cremos e o que praticamos, entre o que dizemos e o que somos. Como não precisamos aderir a tudo aquilo que os nerds defendem, deveríamos ao menos seguir seu exemplo de perseverança, autenticidade e coerência.
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Muitos acusam Deus de ter promovido o genocídio (assassinato ou atentado contra grupos de pessoas) no Antigo Testamento. Os que afirmam isso se baseiam especialmente na destruição dos povos de Canaã (Dt 20:16-18). Dizem que um Deus de amor (se é que Ele existe) jamais iria ordenar a morte de milhares de seres humanos inocentes. Mas será que é mesmo assim? O primeiro problema é a palavra “inocentes”. Os cananeus eram famosos por sua crueldade. Eles até mesmo queimavam bebês vivos em seus rituais (Lv 20:1-5; 2Rs 23:10; 16:3). A imoralidade e a violência dos povos de Canaã era algo absurdo. Ao destruir os cananeus, Deus, na verdade, estava praticando um ato de justiça.
 Além disso, Deus nunca executa Seus juízos sem, antes, dar a oportunidade de arrependimento. No caso dos povos cananitas, Deus deu a eles pelo menos 400 anos para que se arrependessem de seus crimes (Gn 15:13, 16). Nesse período, por meio de Abraão e seus familiares, os habitantes de Canaã tiveram ampla oportunidade de conhecer o Deus verdadeiro. Anos depois, souberam de tudo o que Ele havia feito com os egípcios e como havia protegido milagrosamente aqueles que O seguiram (Js 2:9-11). Mesmo assim, preferiram continuar em sua rebeldia, a tal ponto de não terem mais salvação. Se aquelas pessoas sobrevivessem, infec¬tariam Israel com sua depravação moral, e sua influência seria altamente nociva.
 A maneira pela qual Deus poupou a vida de Raabe e sua família (Js 6:25), bem como a dos gibeonitas (Js 9:3, 24-26) – que eram cananeus –, mostra a disposição que Ele tem para perdoar. Certamente, caso tivessem se arrependido, Deus teria poupado também a vida dos demais habitantes de Canaã. Lembra-se do caso de Jonas em Nínive (Jn 1–4)? Todos os juízos de Deus são misturados com amor e graça.

Fontes: William Lane Graig (www.reasonablefaith.org/slaughter-of-the-canaanites); Norman L. Geisler, Manual de dúvidas, enigmas e “contradições” da Bíblia, Josué 6:21 (Mundo Cristão, 1999); Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia, “Julgamento divino”, p. 911, 912 (CPB, 2011).
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Ainda nesse linha de assuntos Polêmicos, jogamos na mesa mais um; e esse aqui em questão causou uma enorme repercussão no passado (desculpem, mas só quem gosta da história da igreja vai entender). O que você pensa sobre o serviço militar? tem uma opinião baseada em que?

“Matei 255 pessoas no Iraque” – afirmou orgulhosamente Chris Kyle, o atirador mais famoso do exército americano. Ele não se arrepende do que fez, porque acredita que Deus lhe deu essa missão. No seu livro American Sniper (Atirador Americano), Kyle chega a dizer que “Deus soprou” uma bala que matou um homem que estava a 2.100 metros dele. A obra polêmica trouxe à tona uma velha questão: o cristão deveria combater em guerras e participar de outras atividades típicas do serviço militar? Para que você tenha uma boa resposta, separamos três posições sobre o assunto.

Não

Para alguns religiosos, o serviço militar é totalmente incompatível com os ensinamentos do cristianismo, porque representa os interesses do governo dos homens e não do reino de Deus. Assim, além de não prestarem o Serviço Militar Obrigatório, também procuram evitar o Serviço Cívico Alternativo Obrigatório, o temido alistamento aos 18 anos. Esse grupo, as Testemunhas de Jeová, também se recusa a jurar à bandeira e a portar armas. 

Sim

Há os que consideram uma honra servir nas forças armadas. Afirmam que o cristão deve ser submisso às leis de seu país. Segundo eles, em caso de convocação para a guerra, os cristãos devem participar com o desejo de fazer o bem. Devem ir com o coração cheio de amor pelos adversários. Assim, se precisarem derramar o sangue de outros, isso não será considerado pecado. Essa é a posição da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, os Mórmons.

Depende

Há cristãos que reconhecem a necessidade de se pagar tributos e respeitar o poder civil, como prescreve o Novo Testamento, mas evitam toda participação em ações de guerra e derramamento de sangue. Esse grupo, conhecido como não combatentes, não se opõe ao Serviço Militar Obrigatório e, em caso de convocação para a guerra, recomenda a prestação de serviços alternativos, como, por exemplo, atividades de primeiros socorros. Assim pensam os adventistas do sétimo dia. 




Fontes: Anuário das Testemunhas de Jeová (Sociedade Torre de Vigia, 1991); revista Despertai! (6/5/1975 e 8/7/1971); revista Adventist World, março de 2008; sites das Testemunhas de Jeová (jw.org/pt), dos Mórmons (alaum.net) e dos adventistas (biblicalresearch.gc.adventist.org).