segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

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Fofinhos, de pele rosada, cachinhos loiros e olhos azuis; quase sempre sem roupa, com asas e uma auréola na cabeça; pulam de nuvem em nuvem, voam e tocam harpa sem parar. Isso é o que as pessoas geralmente pensam quando falam em anjos,  ou pensam no Nicolas Cage, na pele de um anjo, no filme Cidade do Anjos... o bonitão aí troca o céu por uma mulher... que morre no final ainda!!!  Mas o imaginário popular não para por aí. Há quem diga que quem morre vira anjo, quando não estrela. Outros acham que os anjos merecem culto, adoração. Afinal de contas: Quem são os anjos, realmente? O que eles fazem? O que têm a ver conosco? A Bíblia tem as respostas.
 
De acordo com o Livro sagrado, os anjos, assim como nós, são seres criados por Deus (Hb 2:7); existem milhões deles (Ap 5:11) e sua missão especial, além de servir ao Criador, é agir em favor dos seres humanos – principalmente dos que têm um compromisso com Deus (Hb 1:14). Eles são invisíveis, o que não significa que sejam “espíritos desencarnados” ou algo assim (veja 1Co 15:44). Os anjos voam (Dn 9:21Ap 14:6); são rápidos como a luz (Ez 1:14Mt 28:2,3); têm poderes especiais (Sl 103:202Rs 19:35); e seu status está um pouco acima da humanidade (Hb 2:7). 
 
Os anjos desempenham um papel fundamental no plano da salvação. Eles transmitem mensagens de Deus aos homens (Lc 2:9, 10Ap 1:1); mantém um contato constante entre o Céu e a Terra (Gn 28:12Jo 1:51) e, por fim, participarão de forma ativa na volta de Jesus, reunindo os que permaneceram fiéis a Deus (Mt 24:31).
 
A Bíblia também fala dos anjos do mal (Ef 6:12). Eles eram anjos bons que decidiram se rebelar contra Deus (Ap 12:9Jd 6). Hoje são chamados de demônios. Esses seres perversos têm prazer em causar sofrimento e levar as pessoas ao pecado (Jo 10:101Pe 5:8). O líder deles é o diabo (Mt 25:41).
Nós vivemos em meio a uma guerra entre as forças do bem e do mal. Mas, no fim do gibi, quem perde a briga é o vilão (Rm 16:20Ap 21:4). De que lado você quer ficar?

Fontes: Josh McDowell, Respostas convincentes (Hagnos, 2006); Norman L. Geisler, If God, why evil?(Bathany House, 2011); Ellen G. White, A verdade sobre os anjos (CPB, 2009).
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Socos, pontapés e sangue... muito sangue! Essa é a rotina de Vitor Belfort, famoso lutador de MMA. Apesar de sua cara de mau, ele garante que tem um bom relacionamento com Deus e faz questão de exibir o nome “Jesus” estampado em seu calção de luta. Sua atitude incomum de agradecer a Deus depois de espancar o adversário tem sido alvo de um interessante debate: É possível conciliar artes marciais e cristianismo? Para que você reflita nessa questão, separamos três posições.

Sim

Muitos religiosos consideram possível desvincular as artes marciais de sua filosofia mística e praticá-las apenas como esporte. Para eles, o cristão pode praticar qualquer tipo de luta desde que a intenção seja boa. A Igreja Renascer, por exemplo, optou pelo MMA como instrumento para arrebanhar novos fiéis (gente é sério). Para o bispo George Ramos, um dos idealizadores do projeto, " é melhor ver um jovem perder o sangue no octógono do que vê-lo perdendo a vida para as drogas e para o crime".

Não

Entre os que protestam contra a prática de artes marciais encontra-se o pastor Ciro Zibordi, da Igreja Assembleia de Deus. Ele explica que o grande problema não é a violência, mas o fato de as artes marciais estarem relacionadas a práticas ocultistas orientais. Para ele, qualquer cristão que se aventura em esportes como o MMA acaba se envolvendo em filosofias ocultas.

Depende

Os adventistas do sétimo dia não se opõem às atividades físicas que ajudam no desenvolvimento de autodisciplina e de habilidades na área de segurança e autodefesa, aumentando a capacidade do indivíduo de proteger-se e ajudar os outros em situações diárias e emergenciais. No entanto, deve ser evitada a prática de qualquer arte marcial que enfatize a agressividade, a rivalidade egoísta e que não coopere para o desenvolvimento físico, mental e espiritual do ser humano.


Fontes: Declarações da Igreja (CPB, 2003); sites adventist.org; novotempo.com/novachance

domingo, 4 de janeiro de 2015

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Pra você que gosta de boa música, esse é um grupo que gosto muito, e que tenho ouvido ultimamente.

segue aí link do álbum - Bela História


click AQUI pra baixar
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Na obra de John Green, Hazel Grace é uma paciente terminal de câncer de 16 anos que conhece Augustos Waters, de 17, no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. O interesse por esses personagens do livro A culpa é das estrelasbest-seller que faturou 271 milhões de dólares em sua versão cinematográfica, tem como receita a sick-lit ou literatura de doença. Esse gênero constrói o herói a partir de personagens com câncer, depressão e transtornos alimentares.

Diante da morte


Na vida real, também, diante do diagnóstico de uma doença fatal, o paciente deve ser estimulado a continuar acreditando em seus sonhos e, se possível, realizar alguns deles. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a área de cuidados paliativos é a abordagem que serve para promover essa qualidade de vida para pacientes que tenham alguma doença que o ameace de morte.
No Brasil, a área ainda está muito ligada a casos terminais, como os de câncer, porém, a OMS entende que pessoas com doenças crônicas e, até, vítimas de acidentes com sequelas deveriam receber o mesmo tratamento. Os cuidados devem envolver uma equipe multiprofissional que trata dos aspectos físicos e emocionais do paciente.
A abordagem também se estende à família do enfermo para que todo o processo seja aceito com a maior naturalidade possível e com o mínimo de sofrimento. “Além do paciente, o cuidado paliativo atende a família e os amigos dele, que estão presenciando esse período muito difícil. Eles têm um papel importante no tratamento, mas também precisam de atenção, porque também estão sofrendo com tudo isso”, afirma a psicóloga Cristiana Ferraz Prade, sócia fundadora da Casa do Cuidar, uma organização sem fins lucrativos especializada na capacitação de profissionais de saúde.
Os cuidados paliativos também incluem a abordagem espiritual, tendo em vista que os pacientes costumam encontrar conforto em suas crenças diante da morte. “As pessoas enfermas querem ter suas necessidades espirituais atendidas quando estão próximas à morte, assim sendo, a abordagem espiritual é mais um aspecto a ser considerado no cuidado desses pacientes e seus familiares”, afirma a Dra. Jussara Lima e Souza, coordenadora de Cuidados Paliativos do CAISM da Unicamp.

Make a-Wish


A organização Make-a-Wish realiza os sonhos de crianças e adolescentes que enfrentam alguma doença grave. Ela surgiu com a realização da aspiração de um garotinho de sete anos, Chris Greicius, do Arizona (EUA), portador de leucemia. Sua mãe viu que ele tinha um grande sonho: ser policial. Por meio de amigos, ela conseguiu que ele vivenciasse um dia como policial. Sua alegria foi imensa, mas Chris faleceu alguns dias depois.
Sua mãe, então, resolveu continuar realizando sonhos de outras crianças e assim nasceu a Make-a-Wish Foundation. De acordo com a coordenadora da Make-a-Wish de Campinas (SP), Célia Rodrigues Enge, o objetivo é atender pessoas de 3 a 18 anos que enfrentam doenças graves, mas não necessariamente em fase terminal. “Não é o último desejo da criança. É o sonho que faz com que ela recupere a esperança, a força e a alegria”, ressalta. “Muita coisa pode e deve ser feita para o alívio de sintomas e melhora de qualidade de vida desses pacientes”, confirma a Dra. Jussara.
De acordo com a diretora do projeto Hospice da Santa Casa de São Paulo, Dra. Ana Paula Santos, o trabalho da ONG não é considerado um tratamento em si, mas um complemento aos cuidados paliativos. “O papel da Make-a-Wish é trazer alegria às crianças e adolescentes e é isso que a gente busca fazer também aqui, por meio dos cuidados paliativos”, explica a médica responsável por uma ala infantil do hospital.
Uma das voluntárias da Make-a-Wish, Mari Ors, conta que qualquer sonho é emocionante, porque envolve uma história de vida, de fé e esperança. “Há sonhos em que eu tento esconder o choro, porque a reação das crianças é pura e verdadeira”.
Mari diz que a organização fez com que ela se sentisse criança de novo. Ela diz que mudou a maneira de enxergar seus problemas depois que se tornou voluntária e conta sobre o resultado do seu trabalho: “Os médicos acreditam que após a realização de um sonho, as crianças reagem melhor ao tratamento: a família renova a esperança e as pessoas envolvidas voltam a sonhar”.

A menina e o tigre


Nathália Noschese Fernandes Almeida, de 18 anos, foi diagnosticada com diabetes tipo 1, quando tinha apenas um ano e meio de idade. Aos sete, descobriu possuir a doença celíaca e, em 2009, o lúpus. Hoje, ela está em um quadro crítico de nefrite lúpica (inflamação dos rins), porém não desiste de viver com qualidade.
Neste ano, ela teve seu maior sonho realizado pela Make-a-Wish: conhecer um tigre. “Fui informada de que ia participar de uma reunião da Make-a-Wish no Rio de Janeiro. Ao chegar ao aeroporto de Viracopos, me chamaram pelo alto-falante: ‘Nathália Noschese Fernandes Almeida, você acredita em sonhos? Favor dirigir-se ao balcão de check-in’. Saíram de trás do balcão vários voluntários com um tigre de pelúcia, e então eu soube que iria para Maringá”.
Durante a visita ao criadouro, Nathália conta que chorou muito, tirou muitas fotos e conheceu o tigre Baruk. “O encontro foi inesquecível, puxei o bigode do Baruk, o beijei, apertei e abracei, dei mamadeira e ele me lambeu, eu não queria largá-lo. Trouxe até unhas e pelos de lembrança”, conta.
O resultado da realização desses sonhos é visto no tratamento médico. “A criança responde melhor, pois seu estado emocional e sua autoestima se elevam. A criança e a família deixam de focar a atenção somente na doença e passam a viver com esperança e alegria. Vimos muitas crianças terem sucesso depois do sonho realizado”, garante Célia, coordenadora da Make-a-Wish de Campinas.

quer saber mais? dá uma olhadinha lá:
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Caso talvez... você seja como 95,67% dos demais brasileiros, e caso talvez tenha o costume de deixar algumas coisas para a última hora (isso pode incluir a compra da Lição da Escola Sabatina). E numa dessas;  ao chegar nas lojas todo o estoque de lição já tenha se acabado...
A gente resolveu dar uma ajudinha... segue aí o link para download da lição.

DOWNLOAD – Lição 02 da Classe de professores On-line. 1º trimestre de 2015.
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André Ramiro, o policial Matias do filme Tropa de Elite, fala sobre sua conversão e conta que viver para Cristo é osso duro de roer



Se você estivesse numa feira, no Rio de Janeiro, no início da década de 90, provavelmente encontrasse André Ramiro fazendo carreto. Tempos depois, o encontraria tomando conta de placas na Avenida das Américas, na zona oeste carioca. Ou ainda como office boy, atendente de boteco, caixa de supermercado, e porteiro de cinema. Por fim, ao assistir ao filme Tropa de Elite, você o encontraria como André Matias, o soldado do Bope e do aclamado capitão Nascimento, interpretado por Wagner Moura.
André Ramiro nasceu em Lins de Vasconcelos e foi criado no bairro de Vila Kennedy, em Bangu, na favela da Metral. Tem duas irmãs por parte de mãe, três irmãos por parte de pai e um filho de nove anos. “Fui criado e educado por minha mãe, tive uma infância simples em um lar de valores cristãos. Com doze anos e como já era o homem da casa, tive que conciliar trabalho e estudo”, destaca André, ao mesmo tempo em que lembra que foi uma criança hiperativa e criativa. “Gostava de desenhar, pintar, assistia a muitos filmes, colecionava histórias em quadrinhos, ouvia muita música e comecei a praticar artes marciais aos 14 anos”.
Com 22 anos, Ramiro conheceu a cultura hip-hop no bairro boêmio da Lapa. Por meio de um amigo, começou a participar da Batalha do Real, competição em que MCs se enfrentam, por turnos, com rimas improvisadas. “A partir daí participei de varias edições da Liga dos MCs. Naturalmente fui envolvido no universo artístico da cultura urbana e foi aí que tudo começou.”

Dentro da tropa


“Tudo começou no fim de 2005. Nessa época, eu era porteiro de cinema e rapper.” Em um dos eventos, conheceu o ator João Velho e logo se tornaram amigos. João passou o contato de André para a Zazen Produções, de José Padilha e Marcos Prado, pois estavam procurando alguém com o perfil do Matias. “Recebi uma ligação me convidando para testes do filme Tropa de Elite. Esse foi meu primeiro trabalho como ator”, observa.
A partir daí, André foi convidado para inúmeros festivais de cinema nacionais e internacionais, foi premiado e só então começou a estudar teatro. “Fiz dez longas-metragens no Brasil e exterior, inúmeros curta-metragens e algumas participações na Globo.” Atualmente, tem contrato com a Rede Record, na qual teve participação em uma novela e está gravando seu segundo seriado. O ator também possui um disco de rap gravado, além de outros projetos cinematográficos com amigos ou por convite.
Ramiro viveu um marco na história do cinema nacional. Em Tropa de Elite, ele entrou na pele de Matias, o aspirante que depois virou capitão do Batalhão de Operações Especiais. “Os filmes Tropa de Elite e Tropa de Elite 2 – O inimigo agora é outro abordam a realidade social, econômica e política da Polícia Militar do Rio de Janeiro, da população carioca e, consequentemente, do Brasil. Um filme sem máscaras que reflete o quanto é necessário assumirmos nossa responsabilidade como cidadãos”, acredita o ator.
Segundo ele, os longas vão ao encontro das seguintes perguntas: “É assim que queremos ser governados? Somos protegidos mesmo pela polícia? Temos boa saúde, boa educação? Somos ressarcidos dos nossos impostos? Divido as perguntas com todos, crendo que a verdadeira riqueza de uma nação é a sabedoria e que feliz é a nação cujo Senhor é Deus”.

Acertando o alvo


Por falar em Deus, André cresceu em um lar cristão e seu encontro com Cristo veio de dentro de sua casa. “Vivemos num mundo em que a vaidade, o desejo material e nosso próprio eu nos fazem adorar mais a criatura que o Criador. Como sou um homem falho e limitado por essência, não foi diferente comigo e, consequentemente, afastei-me dos ensinamentos de Cristo.” Mesmo ganhando o mundo, com sucesso na vida financeira e profissional, o ator fracassava dentro de casa e se sentia vazio.
“Procurei e visitei várias religiões acreditando que o caminho para melhorar seria através da espiritualidade”, continua, “foi quando minha mãe e minha irmã se aproximaram me dando carinho e conselhos, incentivando-me a ler e a estudar a Bíblia”. Mateus 11:28, 29 foi o verso que tocou no coração de André: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo, e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.”
“Senti-me tocado e, por meio da minha irmã, conheci a Igreja Adventista. Fiquei impressionado com a maneira detalhada com que a igreja transmite os ensinamentos da Palavra de Deus”, afirma o ator. Ele recebeu estudos bíblicos de diversos pastores, como Jorge Willians, Jonas nono, Lucas nono, Eliabe nono e Artur nono. “Desde então, decidi voltar a estudar a Bíblia, fui batizado, fiz novos amigos, participo de grupos de estudos bíblicos e a cada passo minha vida tem sido transformada, no passo da prática da militância da fé.”
Quando perguntado sobre a reação e opinião da família, amigos e colegas de trabalho a respeito desse novo estilo de vida, André é sucinto. “Minha família está feliz. Meus verdadeiros amigos entendem e aceitam minha escolha, entretanto, quanto ao restante, peço sabedoria a Deus para poder lidar”, resume. “Acredito que quando nós decidimos levantar a bandeira do Rei do Universo naturalmente as lutas e dificuldades virão, mas a vitória é sempre certa!”, alegra-se.
“O que você teve que renunciar, André?”, questionei. “Acredito que, como qualquer pessoa, o que temos de renunciar todos os dias, desde o momento em que acordamos, é nosso próprio eu”, explica. De acordo com o ator, a vaidade e os desejos carnais massacram o ser humano. A desobediência traz culpa e nos afasta do Pai. “Não sou perfeito, nem melhor que ninguém. Nossa luta é travada diariamente e será assim por todos os dias de nossa vida! Sem Deus nada podemos fazer.”

Missão dada, é missão cumprida


Voltando ao assunto da vida artística, cinema e televisão, Ramiro afirma que vai continuar atuando. “Creio que Deus não tem me dado o dom de atuar e não me colocou no lugar onde estou à toa. Segundo as palavras de Cristo, somos a luz do mundo e o sal da Terra. Tudo que aprendemos com a Palavra de Deus deve ser transmitido, principalmente para as pessoas que estão perdidas e não conhecem a Jesus.”
André acredita que as atitudes do cristão despertam o interesse nas pessoas em conhecer sobre essa novidade de vida (Rm 6:4). Elas estão nas ruas, em casa, no trabalho e no meio social. “Faz parte dos meus planos continuar atuando, pedindo a Deus que me proporcione trabalhos em que eu possa honrar o nome dEle. Seja dentro do meio cristão ou fora dele. Todos nós temos uma missão”, conclui o ator. E como diz oslogan do filme Tropa de Elite: “Missão dada, é missão cumprida”.
Passamos pela feira, pela Avenida das Américas, pelo boteco, observamos as ruas procurando um office boy, entramos em supermercados, lojas de conveniência e portarias de cinemas e nada do cara do Tropa de Elite. Contudo, se você, hoje, visitasse a Igreja Adventista do Sétimo Dia, em Botafogo, no Rio de Janeiro, com certeza encontraria André Ramiro. O filho pródigo retornou à casa do Pai.

fonte: conexão jovem 20-10-14

sábado, 3 de janeiro de 2015

Posted by Unknown |
Cada programação tem a sua personalidade própria, a cara e o jeito de cada programa transmite a sua essência única; e na noite de 20 de Dezembro de 2014, toda essa essência era de alegria, de louvor, mas acima de tudo de gratidão... gratidão a Deus por mais um ano de trabalho, e gratidão as ferramentas de Deus; todas as pessoas.. homens, mulheres e crianças que se doaram pra a causa de Deus nesse ano...  gente que empregou seus talentos, seu tempo, seu apoio financeiro... Gente que tem o sonho no peito de fazer Jesus voltar logo...
A todas essas pessoas que se deixaram ser instrumentos nas mãos de Deus; o nosso muito obrigado!!
E a premiação ficou assim:

melhores professores da escola sabatina: Nil, Adriana e Marcelo
melhor ancião: Juarez
melhor sonoplasta: Daniel
melhor pregador: Osmar
melhor cantor: Sandro e Davi
irmão mais evangelista: Luiz Betin
irmão mais carismático: Nil
casal mais apaixonado: Tatiane e Marcelo Funari
jovem destaque: Jefferson
criança mais carismática: Sara
irmão revelação: Osmar e Sony
irmão mais sorridente: Nil
recepcionista mais simpática: Catarina
melhor diácono: Gerson
melhor departamento de 2014: Escola Sabatina
melhor comunicadora: Sílvia